Ritos da Montanha

Subida ao Monte Crista com José Scussel

Esta é a vivência mais antiga realizada no Monte Crista e a única celebrada pelo fundador.

Consiste na atitude de enfrentar obstáculos, com preparo, planejamento, respeito, aceitação, vitória. Tomar as rédeas da vida nas mãos e construir o próprio caminho. Todos tem os mesmos desafios. Uns com melhor preparo físico. Outros com mais vontade. A cada um compete construir sua experiência. Prazer ou dor são escolhas que se aprende a fazer. Desistir é uma possibilidade, assim como aceitar limites, descobrir forças, persistir, superar.

1° Grupo

Início: sexta-feira 28/05/2010 20:00h com jantar
Término: domingo 30/05/2010 às 16:00h

2° Grupo

Início: sexta-feira 04/06/2010 20:00h com jantar
Término: domingo 06/06/2010 às 16:00h

Valor: 240,00 por pessoa com tudo incluído: hospedagem, alimentação e vivência.

1 – É importante preparo físico. Caminhar em terreno acidentado, correr, andar de bicicleta, nadar.

2 – É fundamental preparo emocional e espiritual. A participação é atitude, querer, decisão.
Preserve um momento de conexão divina. Faça uma prece, visualize luz em torno de si.

3 – Cuide de seu corpo. Alimente-se bem, evite álcool, coma frutas, beba água, durma cedo.

Tudo isso vai lhe preparando para uma transformação que inevitavelmente vai acontecer. Se você querer e construir.
Esta é uma vivência pobre de conteúdo, rica de significado.
Todo ritual é composto de três partes: gesto, símbolo, frase.
O ritual eleva a pessoa a uma próxima dimensão.
O celebrante é elo, ponte, conexão entre as dimensões. (a ponte não leva ninguém, apenas une as margens. As pessoas atravessam)
Caminhar é sair da inércia, colocarse em movimento. Subir montanha é elevar-se.

O que levar para montanha
Mochila de costas;
Saco de dormir;
Isolante térmico (emborrachado, colchão inflável leve, ou daquele usado em cobertura de casa 60 X 1,80 e custa menos de R$ 10,00) para por sob o saco de dormir;
Repelente;
Cantil ou garrafa de 500 ml (tem água pelo caminho);
Medicamento que estiver usando;
Uma capa de chuva leve;
Uma lanterna pequena;
Uma camiseta;
Um par de meias;
Uma roupa íntima
Um agasalho (ex: moleton com calça e blusa);
Uma escova de dentes;
Um creme dental, muito pequeno;
Um sabonete
Um desodorante e objetos indispensáveis de higiene;
Uma toalha pequena;

O que usar na subida
Calça leve e comprida que proteja de pernilongos e permita movimentos.
Uma camiseta (opcional manga curta ou longa)
Calçado adequado (que seja usado, solado flexível e aderente). Corte as unhas, se for preciso use mais de um par de meias, pode colar micropore em torno dos dedos para proteger as unhas. Andaremos 19 km contando ida e volta. Atravessaremos rio, passaremos por um deslizamento de terra, subiremos 967 metros. Um terço do caminho é o calçamento de pedra da milenar trilha de peabiru. Outro terço é trilha de mata atlântica, com córregos, subidas e descidas. Outro terço é terreno inclinado e escorregadio. Todo o caminho é por sombra.

A pousada fornece:
Na sexta-feira: jantar e hospedagem
No sábado: café da manhã, cajados, lanche para o caminho, sopa e abrigo de lona na montanha
No domingo: lanche pela manhã e almoço as 14:00h

Proibido levar comida, nem pense em chocolate.
A pousada fornece acampamento e alimentação.

Caminho de Monte Crista com José

Uma caminhada interior. Passo a passo.
Descobrir o caminho pessoal sentindo a relação com a terra, árvores, pássaros, riachos, os sons da floresta, o vento. Se tiver sorte, o canto dos bugios ou uma família de quatís.
Na vivência em grupo descobrir o caminho da cooperação, solidariedade e fraternidade.
No silêncio descobrir o caminho da meditação.
No cansaço descobrir o caminho da superação de desafios e do poder interior.
No alto da montanha, o encontro com o éter, com o guardião da montanha, com a bahia da babitonga e com os campos do Quiriri.
A vivência será facilitada pelo José, profundo conhecedor do caminho do Montecrista e buscador do caminho interior. Com José descobrimos que podemos pisar firme e com leveza. Que devemos respeitar e aceitar o caminho do outro. Que é importante descobrir o ritmo do grupo. Que a subida da montanha é muito parecida com o caminho da vida.
Aproveite a oportunidade,
Vilmar Conzatti (professor de danças circulares sagradas)